Logo na entrada, encontra-se as rodas de oração. Dentro delas existem rolos de papel com mantas e escritos em sânscrito. Para os praticantes, basta girá-las para espalhar as orações ao vento e abençoar quem está por perto.
Dentro do templo, e imagens, muitas cores. Quem chega encontra um lugar especial com clima de devoção. Os visitantes descobrem que são realizadas cerimônias, retiros, ensinamento dos mestres e podem ver de perto as oferendas de água, feitas para cultivar a generosidade.
Os instrumentos de música ajudam a meditação durante os rituais. A dentista Denise Amorim saiu de São Paulo e levou as filhas para conhecer o templo. “Eu fui para a Índia e fui para o Nepal. É o único lugar no mundo que eu já estive que reproduz com essa fidelidade os tempos da Índia e do Tibete”.
Basta olhar atento para descobrir em uma parede passagens da vida de Buda. A pintura budista tem muitos detalhes, cada figura de um significado, as cores representam emoções como desejo, compaixão, amor, orgulho, raiva e ciúmes. “É algo sagrado, apesar de não ser budista, é algo que tem uma atração muito forte, muito bonita”, diz o veterinário Péricles Assun Filho.
Muitos visitantes procuram o templo para deixar de lado as preocupações do dia-a-dia. A psicóloga Juliene Macedo sabe disso. Quando chegou ao templo pela primeira vez ficou encantada. “Eu conhecia só por foto, quando eu olhei principalmente a paisagem, o tempo, fiquei paralisada, encantada, é muito bonito”.
É mesmo um passeio encantado, um lugar escondido das montanhas, mas perfeito para guardar na memória.